Migração de baixo risco de ERP Standard para Model Driven ERP

Depois de 2000, muitas foram as empresas e instituições que embarcaram na aventura de investir milhões de euros em Sistemas Integrados de Gestão (ERP) standard, muito rígidos. Com a emergência da transformação digital e a pressão resultante de diversas crises económicas e sociais, o mercado está agora à procura de soluções mais ágeis e menos onerosas, sem correr demasiados riscos. O Model Driven ERP é seguramente a melhor opção.

Este documento descreve sumariamente a experiência da Quidgest na implementação do SINGAP, o seu Model Driven ERP – um produto único no mundo, baseado em modelação e geração automática de software –, em grandes entidades públicas e empresas ao longo dos últimos anos. Foca-se essencialmente na experiência mais recente de substituição e migração, com baixo risco, desses velhos, rígidos e dispendiosos sistemas, para o inovador e ágil SINGAP.

Este tipo de solução integrada de gestão mais flexível destina-se às novas Composable Enterprises, uma designação muito usada pela Gartner para um novo modelo de organização em que o negócio e o IT estão ainda mais sincronizados, com módulos que se liga e desliga, de forma a responder com agilidade a imprevistos.

“… Sim, ainda precisamos do ERP – mas este precisa de ser configurado para suportar o futuro emergente de aplicativos e experiências em constante mudança…” – Mike Guay, Gartner

Esta prestigiada consultora, que há uns anos falava em Post-modern ERP, reforça agora que os pacotes rígidos já não respondem aos requisitos do negócio. Por isso, está a aconselhar os seus clientes acerca de como gerir essa transição para uma arquitetura de Composable Enterprise e soluções PBC – Packaged Business Capabilities (módulo de uma aplicação para gerir determinado requisito do negócio), ou seja, para uma nova era do ERP. Este conceito aproxima -se do conceito de Model Driven ERP da Quidgest. No entanto, o SINGAP continua a ter características únicas no mercado mundial:

  • Totalmente web (MCV.net) com potencialidades de mobilidade incomparáveis, nomeadamente para teletrabalho.
  • Muito mais rapidamente evolutivo e ajustável a regras de negócio mutáveis e imprevisíveis.
  • Bastante mais económico ao nível do licenciamento, nomeadamente para grandes organizações.
  • Mais eficiente do ponto de vista do utilizador e do gestor público ou empresarial.
  • Muito eficiente ao nível dos recursos de hardware necessários.

E estas características devem-se à forma diferenciadora como é “fabricado”:

  • Todos os módulos têm um modelo e são gerados automaticamente com um simples clique.
  • O gerador de código – Genio – é uma máquina recursiva com inteligência artificial, aperfeiçoada diariamente há mais de 30 anos (esse gerador gera-se, inclusive, a si próprio).
  • O código gerado é standard, como se fosse escrito por um programador.