Vídeo resumo (com legendas em português e inglês) veja aqui

Documento de reflexão “Inteligência Artificial e Modelação” leia aqui

Gravação streaming live, veja o vídeo aqui

Q-Day 2019

09:00 Abertura

           João Paulo Carvalho – Administrador da Quidgest

           Rui Pedro Saraiva – CTO da Caixa Geral de Depósitos

           Martin Ney – Embaixador da República Federal da Alemanha em Portugal (A Alemanha é o país convidado do Q-Day 2019)

           João Pedro Matos Fernandes – Ministro do Ambiente e da Transição Energética

09:30 1º painel – IA: o desenvolvimento de software precisa de mais inteligência?

Moderador: João Mesquita (CIO | Computerworld)

António Jesus – Thales Portugal

Gonçalo Conde – Bubblevel Consulting

José Luís Ferreira – Quidgest

10:00   Workshop Impacto: Como comunicar em público – Norberto Amaral

11:00 2º painel – Histórias de sucesso com modelação e automação suportada por IA

Rui Vitorino – TAP Express

Teresa Borges – Cinemateca

Ricardo Barros (Quidgest): Se os municípios têm modelos territoriais, económicos, sociais e demográficos diferentes, porque razão têm os seus ERP de ser todos iguais?

11:20 Steve Lungley: Projeto myRH+ do Governo da Jamaica

11:30 Ana Paiva – “fellow” da Associação Europeia para a Inteligência Artificial – entrevistada por Patrícia Matos (TVI)

12:00 Prémios de Co-inovação

Apresentação Carla Gomes e Luís Santana (Quidgest)

14:00   Workshop SINGAP  Web 6.1 / Faturação eletrónica com participação da Saphety

 

14:30 3º painel – You and AI, we are moving the world

Frank Otto (I-CEM): Learning@FirstSight, um projeto inovador de e-Learning para grandes empresas na Alemanha e na Europa 

Jaime Prieto (Piloto de linha aérea): Garantir que o avanço tecnológico não conduz a desastres na aviação

Jorge Fontes (mome.lab): Edge AI, desafios, compromissos e exemplos práticos

Rui Freitas (Quidgest): A inovação como propulsor empresarial

16:15  Workshop PM2 – Uma Metodologia de Gestão de Projetos para a Europa: comum, livre e aberta

 

16:30 4º painel – Developing without coding

Moderador: Alberto Silva (IST)

Paulo Novais – Universidade do Minho

Vasco Amaral – NOVA FCT

Mário Figueiredo – IST

Luís Pires – INETE  (não pode comparecer)

Startups

Rita Ribeiro da Silva – Skoach

Wuleta Lemma – Lalibela

Gonçalo Abreu – Alfredo AI

 

Site

www.quidgest.com/qday

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Fotos

 

     

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Questões levantadas

Painel 1

-Como é que o Genio usa IA?
-Poderá o problema da adoção em massa da AI nas organizações estar na cristalização e desconexão dos quadros decisores? Faltará visão e contexto a quem decide?
-Será que o já das necessidades das organizações …. E o não acreditar e outros players do mercado em não aceitar a AI por falta de capacidade
-Em 2050 com a AI passaremos a trabalhar 2 dias a ter fins de semana de 5?
-Cada vez mais, no desenvolvimento de software, torna se fundamental a capacidade analítica e de gestão nas pessoas. como tal, qual a melhor forma de alinhar este paradigma nas Universidades? mais cadeiras de gestão? cadeiras práticas?
-Porque motivo continuamos a contratar QA testers se a AI/automação podia assumir o papel e entregar software a funcionar mais cedo?
-Não estará o percepcionado custo ligado ao custo da mão de obra e ao volume de dados numa realidade portuguesa em que grande parte da indústria ainda não está sequer a recolher dados? qual o valor de software chave-na-mao numa realidade sem dados
-O que podemos fazer hoje para que as pessoas não tenham medo do futuro com IA?
-A formação em classificação de dados deveria ser transversal a todas as licenciaturas e não apenas reservada às áreas de TIs
-As diferentes velocidades na adoção de AI que vemos nas empresas nacionais e internacionaos ė resultado de uma limitação técnica dos elementos da empresa, um problema de marketing/PR do AI?
-Qual o contributo da neurociencia na produção das soluções tecnológicas da Quidgest? Como trabalham esta questão?
-Os projectos de “IA” passa por estar na Cloud ??
-Qual o peso nos vossos modelos do social layer. Não estaremos a desresponsabilizar as empresas ao basearem-se (conveniente) “objectivamente” em dados produzidos por modelos de negócio do passado?
-Como adaptar as organizações para a IA?

Painel 4

-Qual a posição dos restantes membros do painel sobre a claim do Prof Vasco Amaral?
-Pensar que a data driven AI, pode resultar sem um modelo que defina pela menos a relação causal faz com que os computadores não consigam perceber porque não começa a chover quando puxamos o ponteiro de um barómetro para cima. Não acham?
-De uma forma simples, acreditam que a Inteligência Artificial pode terminar com o mundo da forma que o conhecemos, de uma forma negativa?
-É muito provável que todas as pessoas da audiência de hoje, tenham interagido diretamente com algoritmos de machine learning, seja pelas redes sociais, por sugestão de notícias ou anúncios online. Estes algoritmos adaptam-se de forma individual …
… a cada um, efectivamente mudando o seu código para se adaptar. Não estaremos nós já no plateau da produtividade?
-Qual é a vossa percepção sobre a legislação necessária de modo a garantir que este “maravilhoso novo mundo” não corre mal e evite os erros do passado?