Porque surge o Q-Day? Ao longo dos seus 21 anos de actividade, a Quidgest foi construindo relações com clientes, parceiros, empreendedores e outros actores que partilham a nossa paixão: fazer parte da revolução tecnológica do nosso tempo e utilizar as tecnologias da informação para construir uma sociedade baseada em estruturas produtivas mais racionais e mais desenvolvidas.
Gostamos também de demonstrar que não existe nenhum defeito genético nos portugueses que os obrigue a ser “maria vai com as outras”, clientelistas, provincianos (”só o que vem do estrangeiro é bom”, “para quê reinventar a roda?”), derrotistas (”não nos cabe a nós”, “se isso fosse assim, achas que estava aí à tua espera?”).
O congresso que vamos organizar junta estas duas vertentes, conhecimento tecnológico e inovação/empreendorismo, na definição de estratégias práticas de saída da crise.
Todos sabemos que a crise não vai durar para sempre, mas também que o futuro que emergirá da crise será bastante diferente do passado que a originou. Num raro consenso, hoje somos todos keynesianos e schumpeterianos. Mas como se passa deste enquadramento a resultados práticos positivos?
Colocar em contacto pessoas de origens e com experiências muito diversas tem-se revelado uma boa fonte de inspiração. A inovação resulta muitas vezes de conhecimentos provenientes de áreas diferentes daquela em que actuamos ou de domínios de “fronteira”.
Por isso, definimos 6 temas base para desenvolver neste congresso:
• Inovação, investimento e empreendedorismo
• Desenvolvimento tecnológico da economia portuguesa
• Novos paradigmas da gestão das organizações
• Boas práticas de gestão pública
• Racionalização e inovação na saúde
• Tendências da engenharia do software
Em resposta a estes temas, vamos ter intervenções muito interessantes (take 1, take 2) que nos permitirão sair da crise na situação mais desejada: como vencedores.