No dia 8 de Outubro, no Museu da Electricidade, não perca: Q-Day 2010!
Sucesso em vez de lamentações. Inovação para resistir ao pessimismo. Excelência para combater a desconfiança. Se quiser saber porque é que estes conceitos são vitais para Portugal venha ao Q-Day 2010. Ficará a conhecer projectos de sucesso no sector empresarial, organismos que cumpriram com distinção os objectivos estratégicos do QUAR e, ainda, as últimas inovações na engenharia do software.
No Q-Day 2010 queremos sacudir a pressão. Mostrar que há vida para além dos “ratings” atribuídos à República. Provar que as tecnologias de informação são um “cluster” para afirmar Portugal. Venha tomar o pulso ao estado do software no nosso país e participar numa discussão que juntará gestores, empresários, quadros superiores da administração pública, técnicos especializados e peritos da Quidgest.
No actual cenário de crise é fundamental a aposta em soluções inovadoras, para que a economia possa retomar a sua prosperidade. Muitas organizações já perceberam esta necessidade e estão agora a investir em soluções inovadoras para melhorarem processos e retomarem a sua posição no mercado, ganhando vantagem competitiva.
Peter Drucker, cujo contributo foi fundamental para a Gestão moderna, destaca a inovação como uma das únicas funções básicas das empresas. Para Drucker, a organização inovadora compreende que a inovação começa com uma ideia, e estimula e orienta os esforços para transformar uma ideia num produto, num processo, numa empresa ou numa tecnologia. (…) Acima de tudo, ela organiza-se para abandonar aquilo que é velho, obsoleto e não produtivo (…).
Há actualmente uma maior procura de soluções informáticas centradas nos procedimentos e objectivos de cada organização, que possibilitem a gestão integrada de todos os seus serviços. É o caso do SINGAP, do 1ERP, do Balanced Scorecard e do CRM, soluções da Quidgest especificamente criadas com o objectivo de permitir a redução de custos e aumentar a produtividade.
Sob esta perspectiva, a crise deve ser encarada como uma oportunidade para a maioria das empresas tecnológicas. Por isso, cabe às empresas tecnológicas investirem no processo de investigação e desenvolvimento dos seus sistemas, no sentido de criarem soluções cada vez mais adequadas e ajustadas à realidade específicas dos seus clientes.
Para perceber como os sistemas de informação nos podem ajudar a sair da recessão, devemos ter em conta que há um conjunto de respostas obrigatórias que têm de ser encontradas em tempo de crise:
1) Aumentar a produtividade. Os empregos não vão ser recuperados. Os postos de trabalho não vão ser reocupados. Quem fica, tem que fazer mais, com menos recursos.
2) Aumentar a flexibilidade. Isto é, a capacidade de facilmente mudar de rumo, alterando processos, entrando em novos mercados, oferecendo novas soluções, criando uma nova imagem
3) Criar novas vantagens competitivas, que substituam as que se perderam. Isto é, oferecer algo que ainda não é oferecido, ou de um modo que ainda ninguém oferece. Uma vez que há poucos que se distingam por aí, usem-se os sistemas de informação e a Internet como fonte de novas vantagens competitivas
4) Mostrar que o nosso trabalho ou o da nossa organização continuam a ser relevantes após a crise. Juntando-lhe mais funções e valorizando mais competências: o que mais posso eu fazer com aquilo que sei?
É por estas quatro razões e, também, por que todos os decisores em período de crise ampliam o seu espaço de procura de soluções e de fornecedores, que as crises estimulam a Inovação.
Considerado pela revista The Economist como um especialista de renome em Country Branding, José Filipe Torres é CEO da Bloom Consulting, empresa que fundou em 2003.
Tem dado conferências por todo o globo e trabalhado com vários chefes de estado, principalmente de países do Leste Europeu. Tem colaborado ainda com os CEO de algumas das maiores companhias espanholas e mundiais, gerindo projectos para clientes como Telefonica, IKEA e Syngenta.
“A Quidgest foi a primeira empresa que me conseguiu explicar em 5 minutos o potencial por explorar da minha empresa.”
Sara Batalha é Directora Executiva em Portugal da empresa americana Media Training Worlwide – formação de executivos de topo nas áreas de Media, Presentation e Public Speaking.
Ex-jornalista de imprensa e coordenadora de redacção em televisão (Expresso e RTP), é também ex-consultora de comunicação empresarial para agências de comunicação e empresas. Esteve no Cenjor como professora de televisão e media training.
Em Nova Iorque consolidou o seu percurso profissional tornando-se Media Trainer e trazendo para Portugal uma das maiores empresas da área.
Coordena as Equipas de Projecto CIS, o Inquérito Comunitário à Inovação assegurado pelo GPEARI-MCTES. Representa Portugal na Task Force CIS 2008 e na Task Force CIS 2010 (Eurostat).